Quem não gosta de um belo óculos de sol para dar uma finalização no look, hein?!?!
Pois é, mas beleza não é sufuciente. Usar óculos de sol que realmente protejam seus lindos olhos dos perigosos raios solares.
Encontrei um site incrível que vende pelo Ebay, mas tabém possui seu próprio site.
Zero UV parece um sonho, infelizmente ainda não tenho nenhum exemplar para dar um gostinho pra vocês, mas espero que em breve eu possa sair por aí esbanjando bom gosto.
Fiz uma seleção dos óculos que eu mais gostei e logo postarei os estilos que mais combinam com eles.
Você pode não reconhecer esse nome, mas que tal Daryl Dixon??
Te lembra alguma coisa?? Eu espero que sim.
The Walking Dead uma das séries mais assistidas atualmente possui como personagens os irmãos Dixon, mal encarados mas que no fundo são gente boa... Gente muito boa, mas não leve isso muito ao "pé da letra".
Norman Mark Reedus é um ator, diretor, fotógrafo e modelo norte-americano... além de um charme singular.
Ele também é um pintor, escultor e fotógrafo,e já apresentou sua arte nas galerias de Nova York , Berlim e Frankfurt.
Como fotógrafo, faz um trabalho voltado às cenas do cotidiano dos lugares que ele visita. Realizou uma exibição fotográfica em Nova York, em Novembro de 2011, na Wired Store Times Square.
O tema era imagens da Georgia, produzidas no set de filmagens de The Walking Dead. Vinte e três fotos foram leiloadas e vendidas sendo toda a renda revertida para trabalhos de caridade.
Assim como as fotografias, os curta-metragens que produz ( através de sua produtora, a Big Bald Head) também tem a renda obtida com a venda de cópias revertida para diversas instituições de caridade.
Reedus já desfilou para Prada , Alessandro Dell'Acqua , Durban , Levi , Lexus e mais recentemente Morgenthal Fredrics.
E ele já teve em vários clipes... entre eles Em Judas, da Lady Gaga.
Não posso negar que seu jeito de bad boy muito me agrada. Mas apenas olhando para ele você nem imagina que alguns anos atrás ele sofreu um grave acidente.Em fevereiro de 2005 Norman foi ferido em um acidente de carro depois de assistir a um concerto do REM.
Ele foi lançado pelo pára-brisa e caiu na calçada, recebendo algum dano para o lado esquerdo de seu rosto.O acidente rendeu-lhe uma cirurgia para reconstrução da órbita com prótese de titânio à esquerda e parte da face e do nariz receberam vários parafusos em sua reconstrução. Ainda no hospital ele teve a ideia que, logo após, se transformaria no curta-metragem “Meet me in Berlin” .
"Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa. Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança. Mas eu, eu não me perdoo Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido. A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho!"
"Eu triste sou calada Eu brava sou estúpida Eu lúcida sou chata Eu gata sou esperta Eu cega sou vidente Eu carente sou insana Eu malandra sou fresca Eu seca sou vazia Eu fria sou distante Eu quente sou oleosa Eu prosa sou tantas Eu santa sou gelada Eu salgada sou crua Eu pura sou tentada Eu sentada sou alta Eu jovem sou donzela Eu bela sou fútil Eu útil sou boa Eu à toa sou tua."
Elas estão em todos os lugares. Não importa para onde você olhe, as listras estão dominando o mundo... e pode ter ser certeza que não é de hoje. É claro que é uma peça que exige uma certa atitude, mas nesse caso os óculos são dispensáveis, mas sem brincadeira, a peça listrada precisa de uma outra peça mais pesada.
As listras são estampas que sempre estiveram presentes, seja qual for a época. Na Idade Média, eram vestidos de estampa listrada aqueles que perturbavam a ordem, como os traidores, usurpadores, rebeldes, leprosos e prostitutas.
Já na Segunda Guerra Mundial, elas eram o uniforme de deportados nos campos de concentração. Durante muito tempo as listras também foram referência ao uniforme de marinheiros.
Diversos estudos já foram feitos a respeito de mitos que dizem que as horizontais engordam, enquanto as verticais alongam. A verdade é que esses estudos vivem se desmentindo e não podemos esquecer que existem vários tipos de modelagens de roupas e vários tipos de tecidos.
O que favorece ou desfavorece é o conjunto em si e se levarmos em conta o bom-senso, não há regra que impeça a nossa vontade de usar.
Listras podem deixar um look elegante ou descontraído. Elas vão muito bem com qualquer acessório e se adaptam a qualquer estilo. Ou seja, são universais. E para mostrar isso, selecionei looks que vão do básico preto-e-branco para as combinações bem alegres e divertidas com cores fortes.
O undercut está fazendo a cabeça das mulheres no mundo todo!
Mas o que é o UNDERCUT?
"O undercut é, basicamente, um corte de cabelo feito “por baixo” do cabelo. Estranho? Esse corte já vem desde a década de 70 e era bastante usado pelos punks – homens ou mulheres – de então. Há algumas variações do undercut. É possível raspar os cabelos de um lado somente ou, ainda, dos dois – em uma espécie de moicano -, ou, ainda, ao invés de raspar, é possível cortar os fios mais rentes à cabeça em um comprimento diferente do restante dos cabelos.
O corte é bem simples de fazer. Pode-se usar uma máquina de cortar cabelos ou mesmo uma tesoura, sendo possível de ser feito em casa bem ao estilo punk do “faça você mesmo”.
O undercut é, basicamente, um corte de cabelo feito “por baixo” do cabelo. Estranho? Esse corte já vem desde a década de 70 e era bastante usado pelos punks – homens ou mulheres – de então.
Em 2010, o estilo de corte undercut voltou a ser uma tendência no mundo da moda e várias modelos, atrizes e cantoras aderiram. Rihanna, Pink, Kelly Osbourne, Alice Dellal, Willow Smith, Cher Lloyd, dentre outras, são alguns exemplos.
Há algumas variações do undercut. É possível raspar os cabelos de um lado somente ou, ainda, dos dois – em uma espécie de moicano -, ou, ainda, ao invés de raspar, é possível cortar os fios mais rentes à cabeça em um comprimento diferente do restante dos cabelos.
Para quem não tem a ousadia de raspar o cabelo, existe a opção de puxar os cabelos para trás somente de um lado e deixar o outro solto, dando o efeito de um undercut menos radical.